Interrogações

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Tudo precisa ser entendido? Definido? Explicado? Rotulado? Será que algumas coisas não são como são e pronto?

Me encontrei (será?) pensando nisso enquanto tentava “entender” algumas coisas, aí questiono novamente: será que não pensei nisso simplesmente pela minha limitação em “entender” ou “explicar” muitas interrogações???

Será que o que está adormecido, pode ter adormecido para sempre? Que nunca mais acorde para tentar ser “entendido” ou “explicado”? Ou será que ele está esperando o momento certo (ou não) para acordar? Será que é ele mesmo que está dormindo, ou sou eu que adormeci em alguns momentos?

Mais interrogações??? Afinal o que é e o que não é relevante para ser questionado, “explicado”, “entendido” ou esquecido??? Quem decide isso? Meu inconsciente ou meu consciente? Será que eles estão brigando pra decidir isso agora??? Será que um tenta “explicar” a relevância de  se “entender”  isso tudo  para o outro??

Me deparo diariamente com essas situações, penso que muitas podem ser internas, minhas mesmo, do contrário não chamariam tanto minha atenção. Quando me deparo com elas em ambiente clinico, por exemplo, “você vai procurar uma mulher igual a sua mãe”, “você é carente assim pela falta do seu pai na sua infância”… não consigo acreditar nisso… não podemos ser limitados a isso simplesmente… ou podemos?

Para muitos, essas “explicações” prontas, fazem bem, são ótimas, mas onde fica a individualidade? A mim não serve uma resposta delivery , mas se ela faz bem ao outro? Quem sou eu para decidir? Será que o “pronto” não faz parte da individualidade dele?

Confesso que li, reli e me veio mais uma interrogação… de onde vieram todas essas linhas???

A única coisa que consigo concluir é que as interrogações precisam ser uma constante, ao menos para mim, elas me fazem refletir, pensar, devanear e às vezes só encontrar mais interrogações. E agora???

  •  Rafael Leitoles Remer – Psicólogo
  • CRP:08/09332 – Auriculoterapeuta
  • Psicólogo em Curitiba

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