Terapia Online

O que é a terapia online?

Terapia online, como o próprio nome sugere, é uma terapia não presencial, mediada por computador, tablet, smartphone ou similar. Acontece quando o psicólogo utiliza uma ferramenta digital para realizar a sessão com o seu paciente, seja recorrendo a recursos de texto, vídeo e/ou voz.

Se, antes, os recursos disponíveis se limitavam à troca de e-mails ou vídeochamadas, atualmente, o profissional de psicologia tem a seu alcance uma gama mais ampla de recursos. Além disso, pode-se dizer que as ferramentas são bastante mais eficientes, até mesmo porque a qualidade da conexão é melhor do que a que existia alguns anos atrás.

Hoje, os psicólogos que realizam terapia online no Brasil costumam utilizar aplicativos como o Whatsapp para conversar com seus clientes, podendo enviar mensagens de texto ou de áudio. Além disso, recorrem a ferramentas como o Skype ou o Google Hangouts para manter sessões de vídeo, um recurso bastante importante para esse tipo de acompanhamento.

A grande vantagem é que todos esses recursos são gratuitos, e não implicam qualquer custo extra a quem decide optar pela terapia online.

Eu costumo fazer as sessões por chamadas de vídeo via Skype. Atendo o paciente com todo sigilo e segurança dentro do meu próprio consultório, com o cuidado do devido isolamento acústico.

O mais importante é que seja a terapia presencial ou online, a individualidade do paciente é respeitada, como ser único que é, tem uma terapia só dele, feita e dedicada para ele pois cada um merece sua própria terapia.

Leia mais aqui mesmo no link: https://www.remerterapias.com.br/individualidade/

Drogas, porque?

O motivo pelo qual as pessoas não conseguem abandonar seu s vícios é o fato de eles funcionarem – temporariamente. Voltar-se para algo que produz repetidamente uma espécie de conforto dás às pessoas uma falsa sensação de segurança. Elas conseguem afastar a dor de não conseguirem satisfazer as suas necessidades mais profundas.

Os relacionamentos são desafiantes e trabalhosos porque nos fazem exigências. As coisas concretas são sempre as mesmas; sabemos o que esperar delas.

No entanto, a satisfação que vem do uso de coisas materiais como substitutos não é duradoura. A dor das necessidades essenciais acaba reaparecendo, e por isso voltamos à solução mais fácil, apesar de descobrirmos aos poucos que ela não é suficiente. Passamos então a precisar de uma quantidade cada vez maior, embora algo dentro de nós saiba que não é dela que realmente precisamos. É por isso que a dependência química é chamada de doença progressiva

A droga, muitas vezes da a impressão de que conseguimos enfrentar problemas, realmente, mas enfrentar problemas não é o mesmo que resolvê-los. Os “demônios” acabam voltando e é preciso uma estratégia mais eficiente para enfrenta-los porque a antiga droga pode não estar mais funcionando.

Assim as pessoas apelam para uma substância material procurando lidar com sentimentos que só poderiam ser examinados e resolvidos nos relacionamentos com outras pessoas.

Rafael Leitoles Remer, Psicólogo em Curitiba- CRP: 08/09332
O link abaixo, é de um artigo deste mesmo site, coloco-o aí para facilitar. É um texto relativamente longo, mas que vale a pena ser lido. Trás um pouco da teoria sobre as drogas, como elas funcionam no organismo, sua classificação, as drogas na sociedade, na família, como se dá a dependência, porque os filhos usam drogas, entre outros. Se você quiser mais informações de casos de tratamento que funcionaram nesse processo de dependência química, me peça individualmente que eu lhe envio, pre firo evitar exposição. Mas leia, é esclarecedor! 

Drogas

Livro Curador Ferido

livro-capa

 

A renda do livro será doada a ABRACCE (www.abracce.org.br) instituição que atende crianças com deficiência neurológica, síndromes e autismo e passa por dificuldades financeiras para continuar se mantendo. Já que o governo não faz a parte dele, vamos tentar salvar essa instituição através de “leitura solidária”

Enfim o Curador Ferido chegou às prateleiras da livraria, encontram-se na Livrarias Curitiba.

Sinopse

Curador Ferido é um livro de textos que fazem pensar, são 34 no total. De forma alguma é um livro de autoajuda. Em sua maioria são textos sobre o cotidiano, coisas que acontecem na vida da maioria das pessoas, mas, que por algum motivo, passam como se não tivessem importância, situações que não param para ser refletidas, que não damos a devida relevância. Em Curador Ferido faço o que não fazemos com essas experiências vividas, compartilho-as com você. Isso é feito de forma muito simples e informal. Mesmo assim são textos que mexem com nossos sentimentos e nossos pensamentos, alguns podem até te levar as lagrimas, outros a gargalhadas e alguns aos dois, mas uma coisa é certa, todos lhe farão parar e pensar, ou repensar um pouco.

          Apesar de eu ser psicólogo, esse não é um livro “de psicólogo” nem “para psicólogos” usa termos simples, os que eu uso no meu dia a dia, falo de uma forma simples e direta, sem rodeios, muitas vezes apenas narro fatos de uma forma que leve sua curiosidade a lhe fazer querer chegar ao fim do texto só para saber onde essa história vai parar.

          Um livro para todos os públicos, afinal, parar um pouco e refletir não tem público, todos fazemos ou deveríamos fazer isso. Como diz um amigo: “um livro para quem não gosta de ler”, pois sua linguagem atrai e mesmo que de forma não consciente nos identificamos com o conteúdo, afinal, é a vida que se vive e a única coisa que levamos dessa vida é isso, o que vivemos. Em algum ponto você vai se identificar, lhe garanto isso! Boa leitura e não se esqueça de me contar o que achou, eu também quero refletir!

Ele pode adquirido adquerido nas Livrarias Curitiba! Nas lojas do Shopping Palladium, Boca Maldita, Shopping Estação, Park Shopping Barigui e Shopping Curitiba

 

Rafael Leitoles Remer, Psicólogo em Curitiba- CRP: 08/09332

QUANDO A DOR É NA ALMA

QUANDO A DOR É NA ALMA!
Qui, 20 de Setembro de 2012 07:37

Estava eu a pouco refletindo, na cama, pois estou com uma virose (nome dado pelos médicos quando não sabem o que você tem, essa é a minha definição pessoal). Quando estamos nesse estado, procuramos logo um médico né… Porque será…
No ultimo final de semana, eu estava trabalhando em um retiro (isso, psicólogos também acredita em Deus) lá ouvi um outro psicólogo falar para a moçadinha mais jovem, é um cara que eu gosto muito, chama-se Jeferson, conhecido como Jefão, provavelmente pela idade… ele disse algo interessante, que quando ele era criança ele queria ser médico, aí não deu certo, depois ele resolveu que queria ser assaltante de banco, também não deu, então ele fez a vida dele e mais tarde decidiu ser psicólogo, e, que psicólogos eram médicos da alma. Realmente a etimologia da palavra significa exatamente isso… me fez refletir…
Estou eu aqui deitado na minha cama, com a minha “virose” pensando, porque é que quando a dor é na alma, não procuramos um médico de almas, ou seja o Psicólogo como bem disse meu amigo Jefão.
Hoje o tempo estava um pouco chuvoso e vários pacientes desmarcaram e não foram ao consultório, eles não estavam com nenhuma “virose” mas um certo comodismo os impedia de virem até aqui…
Aí eu me questiono, será que minha “virose” não tem a ver com alguma doença da alma?
Sabe, quando eu vou pra esses retiros, eu sempre vou achando que sei tudo, pois vou para trabalhar, auxiliar, mas sempre me ferro, porque sempre aprendo mais e acabo refletindo muito e isso mexe demais com a minha “alma”. Estou ficando louco ou essa profunda reflexão não trabalhada adequadamente pode me levar a ficar enfermo fisicamente?
Aí está um ótimo assunto para minha próxima sessão de psicoterapia (é gente, psicólogo também vai no psicólogo)
Sabe gente, nesse nosso papo aqui bem mais informal que o normal, eu gostaria de deixar algo no ar, algo para pensarmos. Será que muitas doenças do nosso corpo não são produzidas por nossa mente, por nossas emoções, por nossa alma? Será que não seria tempo de pensarmos mais no “ser” do que no “ter”? Será que está valendo a pena viver essa correria toda do dia-a-dia, sem temos um espaço na nossa agenda constando “cuidar de mim”? Será que não estamos nos deixando de lado? Essa correria realmente nos beneficia plenamente?
Eu pessoalmente estou decidindo nesse momento a ter o espaço na minha agenda “cuidar de mim”, vou dar mais atenção aos amigos, esposa, família… esses sim são meus verdadeiros tesouros. Agradeço ao meu amigo “curador de almas” por me lembrar disso.
Não interprete isso ao pé da letra, não declame essas palavras como prece nem as repita com fervor, mas reflita, perceba que só existe um momento para se viver, esse momento é agora! Aí coloco uma pulguinha atrás da sua orelha. O que você está fazendo com a sua vida agora?

Psicólogo Rafael Leitoles Remer CRP:08/09332

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