Ansiedade

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A ansiedade parece ser um mau que afeta a muitos nesse inicio de século. Ela se apresenta de diversas maneiras e quase sempre é de alguma forma prejudicial a nossa saúde.

Ela pode aparecer como uma irritação, uma inquietude, uma aceleração de pensamentos, como algo que lhe tira o sono e outros diversos sintomas desagradáveis.

O importante é saber que existem tratamentos eficazes e naturais para tratar a ansiedade. Como é sempre bom conhecermos um pouco do assunto, apresento o texto abaixo, lembrando que, mesmo que você se identifique com esse ou aquele sintoma apresentado neste texto, isso não quer dizer que você apresente a patologia.

OS TRANSTORNOS DE ANSIEDADE

Os principais Transtornos de Ansiedade são: Síndrome do Pânico, Fobia Específica, Fobia Social, Estresse Pós-Traumático, Transtorno Obsessivo-Compulsivo e Distúrbio de Ansiedade Generalizada.

Todos têm a ansiedade como manifestação principal. Ansiedade é um estado emocional de apreensão, uma expectativa de que algo ruim aconteça, acompanhado por várias reações físicas e mentais desconfortáveis.

É comum que haja sobreposição de sintomas e assim uma pessoa pode apresentar sintomas de mais de um tipo de transtorno de ansiedade ao mesmo tempo.

No geral, os transtornos de ansiedade respondem muito bem ao tratamento psicológico.

Saiba um pouco sobre cada um destes Transtornos de Ansiedade:

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Estado ansioso com expectativa recorrente de reviver uma experiência que tenha sido muito traumática. Por exemplo, depois de ter sido assaltado, ficar com medo de que ocorra de novo, ter medo de sair na rua, ter pesadelos, etc. Geralmente após um evento traumático a ansiedade diminui logo no primeiro mês sem maiores consequências. Porém, em alguns casos, os sintomas persistem por mais tempo ou mesmo aparecem só depois de um tempo, levando a um estado denominado como Estresse Pós Traumático.

Distúrbio de Ansiedade Generalizada:

Estado de ansiedade e preocupação excessiva sobre diversas coisas da vida. Este estado aparece frequentemente e se acompanha de alguns dos seguintes sintomas: irritabilidade, dificuldade em concentrar-se, inquietação, fadiga e humor deprimido.

Síndrome do Pânico:

A Síndrome do Pânico é caracterizada pela ocorrência de freqüentes e inesperados ataques de pânico. Os ataques de pânico, ou crises, consistem em períodos de intensa ansiedade e são acompanhados de alguns sintomas específicos como taquicardia, perda do foco visual, dificuldade de respirar, sensação da falta de realidade, etc.

Fobia Simples:

Medo irracional relacionada a um objeto ou situação específico. Na presença do estímulo fóbico a pessoa apresenta uma forte reação de ansiedade, podendo chegar a ter um ataque de pânico. Por exemplo a pessoa pode ter fobia de sangue, de animais, de altura, de elevador, de lugares fechados ou abertos, fobia de dirigir, etc. Há muitas formas possíveis de fobia, visto que o estímulo fóbico assume um lugar substituto para os reais motivos de ansiedade da pessoa. O motivo original vai ser descoberto na terapia.

Fobia Social:

Ansiedade intensa e persistente relacionada a uma situação social. Pode aparecer ligado a situações de desempenho em público ou em situações de interação social. A pessoa pode temer, por exemplo, que os outros percebam seu “nervosismo” pelo seu tremor, suor, rubor na face, alteração da voz, etc. Pode levar à evitação de situações sociais e um certo sofrimento antecipado. A pessoa pode também, por exemplo, evitar comer, beber ou escrever em público com medo de que percebam o tremor em suas mãos.

Transtorno Obsessivo-Compulsivo:

Estado em que se apresentam obsessões ou compulsões repetidamente, causando grande sofrimento à pessoa. Obsessões são pensamentos, idéias ou imagens que invadem a consciência da pessoa. Há vários exemplos como dúvidas que sempre retornam (se fechou o gás, se fechou a porta, etc.), fantasias de querer fazer algo que considera errado (machucar alguém, xingar, etc.), entre vários outros.

As compulsões são atos repetitivos que tem como função tentar aliviar a ansiedade trazida pelas obsessões. Assim, a pessoa pode lavar a mão muitas vezes para tentar aliviar uma idéia recorrente de que está sujo, ou verificar muitas vezes se uma porta está fechada, fazer contas para afastar algum pensamento, arrumar as coisas, repetir atos, etc.

Uma nota para Reflexão:

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O que é normal e o que não é normal em nossa vida mental?

É importante notar que todos nós apresentamos alguns comportamentos “estranhos” uma vez ou outra. A vida psicológica normal é cheia de estados emocionais variados, de transições e crises. Todos nós temos alguns medos ilógicos, algumas idéias intrusas em nossa consciência e diversos estados mais intensos de ansiedade.

O que caracteriza um estado como patológico é quando estas situações dominam a nossa vida mental , quando os estados que nos causam sofrimento emocional (ansiedade, desânimo, etc.) passam a ocupar o primeiro plano em nossas vidas e nos impedem de viver outras experiências.

Nestas situações necessitamos de ajuda. A ajuda psicológica nos ajuda a sair destes estados de paralisia, a transformar nossas vidas e assim, a construir uma vida mais plena.

Psicólogo em Curitiba

Autismo e Asperger

A maioria deles nasce normal, alguns até espreguiçam e choram na maternidade como todos os bebês sadios, mas já nos primeiros meses de vida, às vezes até os cinco anos, começam a surgir os sintomas de um fenômeno doloroso que os especialistas discutem e não conseguem explicar.

São estranhos comportamentos de crianças que perdem a fala, são incapazes de olhar as pessoas e isolam-se cada vez mais num mundo misterioso e impenetrável – o mundo do autismo. Do grego autos, que significa ele mesmo, de si mesmo. Uma síndrome ou doença até hoje incurável.

Suas causas confundem os profissionais, suas consequências atormentam os pais, que em seu desespero iniciam uma interminável peregrinação aos consultórios e unem-se em associações numa incansável luta pela recuperação de filhos queridos mas imprevisíveis e distantes. De origem psicológica ou orgânica – as teorias são muitas, as receitas multiplicam-se – o resultado é o mesmo: sofrimento e dor, angústia e esperança.

A estimativa é de 4 autistas para cada grupo de 10 mil pessoas (cerca de 65 mil no Brasil) e a maioria é de meninos, na proporção de 3 para cada menina. Pouco se sabe a respeito de autistas adultos, a explicação para isso é simplista, mas pode ser verdadeira: os autistas eram confundidos com “débeis mentais “.

Resumo

A incapacidade muito acentuada de desenvolver relações interpessoais nos cinco primeiros anos, caracteriza-se por uma falta de reação e de interesse pelos outros, sem comportamento de apego normal.

Essas dificuldades se manifestam na primeira infância: pela ausência de uma atitude de antecipação (ao dar colo a essas crianças, elas assumem uma postura rígida, ao contrário do esperado); pela ausência de contato visual e pela ausência de resposta de sorriso e de mímica. A criança autista não utiliza o contato visual para chamar a atenção, além disso, há ausência, atraso ou cessação do sorriso, em resposta aos sorrisos dos outros. É indiferente aos outros, os ignora e não reage à afeição e ao contato físico.

Ausência de apego seletivo: a criança parece não distinguir os pais dos adultos estranhos.

O autista se comporta mais frequentemente como se estivesse só, como se os outros não existissem. Mais ainda, as crianças autistas não procuram ser acariciadas ou reconfortadas pelos pais quando tem dor ou quando tem medo. Às vezes, elas se interessam por uma parte do outro, sua mão, um detalhe do vestuário.

Na primeira infância existe inaptidão a brincar em grupo ou a desenvolver laços de amizade; mostram pouca emoção, pouca simpatia ou empatia por outro. À medida em que crescem (cerca de 5 ou 6 anos) pode se desenvolver uma maior ligação, mas as ligações sociais permanecem superficiais e imaturas.

As 14 características (sinais) abaixo apresentadas, são a principal fonte de informações na qual se baseiam hoje em dia, médicos, pais e educadores, para diagnosticar o autismo. A apresentação de 7 destas características podem indicar a síndrome.

  1. A criança não se mistura com outras crianças.
  2. Age como se fosse surda.
  3. Resiste ao aprendizado.
  4. Não demonstra medo de perigos reais.
  5. Resiste a mudanças de rotina.
  6. Usa pessoas como ferramentas.
  7. Tem risos e movimentos não apropriados.
  8. Resiste ao contato físico.
  9. Apresenta acentuada hiperatividade física.
  10. Apega-se de maneira não apropriada aos objetos.
  11. Gira objetos de maneira estranha e peculiar.
  12. As vezes, a criança é agressiva e destrutiva.
  13. Não mantém contato visual, olha as pessoas “atravessado”.
  14. Isola-se, tem comportamento indiferente ou arredio.

Não custa lembrar que qualquer criança “normal” pode apresentar esses sintomas e comportamentos, então não leve isso ao pé da letra. Isso encontra-se aqui para que possam ter uma ideia apenas, na verdade eu não gosto muito desse tipo de teste, acredito muito a individualidade de cada criança, trato cada uma delas como o ser único que são. Não trato de autistas, trato de crianças. Não trato patologias e sim seres humanos especiais, cada um merece sua própria terapia, pois é único. Isso é importante se levar em conta, ele é único apesar de qualquer característica em comum.

Os Primeiros Anos

1. O recém nascido

  • parece diferente dos outros bebês;
  • parece não precisar de sua mãe;
  • raramente chora (“um bebê muito comportado”);
  • torna-se rígido quando é pego no colo;
  • às vezes muito reativo aos elementos e irritável.
2. Os seis primeiros meses
  • não pede nada, não nota sua mãe;
  • sorriso, resmungos, resposta antecipada são ausentes ou retardados;
  • falta de interesse por jogos, muito reativo aos sons.
3. De seis a doze meses – não afetuoso;
  • não interessado por jogos sociais;
  • quando é pego no colo, é indiferente ou rígido;
  • ausência de comunicação verbal ou não-verbal;
  • hipo ou hiper-reativo aos estímulos;
  • aversão pela alimentação sólida;
  • etapas do desenvolvimento motor irregulares ou retardadas.
4. O segundo e terceiro ano
  • indiferente aos contatos sociais;
  • comunica mexendo a mão do adulto;
  • o único interesse pelos brinquedos: consiste em alinhá-los;
  • intolerância à novidade nos jogos;
  • procura estimulações sensoriais como ranger os dentes, esfregar e arranhar superfícies, fitar fixamente detalhes visuais, olhar mãos em movimento ou objetos com movimentos circulares;
  • particularidade motora: bater palmas, andar nas pontas dos pés, balançar a cabeça, girar em torno de si mesmo.
5. O quarto e quinto ano
  • ausência de contato visual;
  • jogos: ausência de fantasia, de imaginação, de jogos de representação;
  • Linguagem limitada ou ausente – ecolalia – inversão pronominal;
  • anomalias do ritmo do discurso, do tom e das inflexões;
  • resistência às mudanças no ambiente e nas rotinas
Autista a Criança que não Brinca

Quando um bebe ou criança não abraça, não fixa seu olhar nos olhos de outros (não estabelece contato visual) ou não responde a demonstrações afetivas ou ao tato, seus pais se preocupam seriamente. Esta falta de resposta pode estar acompanhada de inabilidade para comunicar-se e de uma incapacidade para estabelecer algum tipo de Inter-relação social. Muitas crianças não demonstram ter preferência por seus pais em relação a outros adultos e não desenvolvem amizade com outras crianças. A capacidade para falar e comunicar-se com outros é muito pobre e, em certas ocasiões não existe. Estas crianças não utilizam as habilidades verbais e não verbais, como expressões faciais ou gestos, como veículo de comunicação e relações interpessoais. Quando uma criança apresenta estes sintomas, um dos diagnósticos que o psiquiatra irá considerar será o de autismo infantil.

A criança autista não desenvolve relações normais com os objetos que a rodeiam. Demonstra relações extremas para com os objetos, que tanto podem ser uma total falta de interesse, como pelo contrário uma preocupação de forma obsessiva para com eles. Por exemplo, a criança autista cuja cama é trocada de lugar em seu mesmo quarto, pode reagir com espanto através de choro ou gritos. Objetos que se movem ou giram, por exemplo, o movimento de um ventilador elétrico, podem fascina-la. A criança pode formar um vínculo pouco comum com certos objetos inanimados, como uma corda, uma tira de borracha ou um braço solto de um boneco, etc.

Outra característica do autismo infantil é a tendência de levar a cabo atividades repetidas de alcance limitado. Se pode ver a criança dar voltas ou efetuar movimentos rítmicos do corpo como dar palmadas ou movimentar circularmente as mãos. As crianças autistas que apresentam um nível de funcionamento mais avançado podem repetir quase automaticamente os anúncios comerciais que vêem na televisão, ou também executar rituais complexos na hora de deitar-se. Aqueles pais que suspeitam de autismo em seus filhos devem pedir a seu médico de família ou pediatra que lhes indiquem um psiquiatra infantil. Este pode diagnosticar com maior certeza o autismo, determinar seu grau de severidade, e, alem disto, recomendar um tratamento adequado.

O autismo é uma doença. A criança autista pode ter um problema sério e incapacitante, de caráter permanente. Sem dúvida, com tratamento e treinamento apropriado algumas crianças podem desenvolver certas destrezas que lhes permite obter um maior grau de independência em suas vidas. Os pais devem estimular e apoiar a criança no desenvolvimento daquelas destrezas, principalmente nas que ela use suas habilidades, de maneira que possa sentir-se melhor consigo mesma. Deve-se procurar ajuda profissional para tratamento e acompanhamento do autista e seus familiares. Além de trabalhar com a criança autista, o profissional pode ajudar a família a resolver situações de tensão, como, por exemplo, o sentimento que tem os irmãos de que estão sendo abandonados e de que seus pais preferem a criança autista, ou sentir-se envergonhados para trazer amigos a sua casa. O profissional pode ajudar aos pais com problemas emocionais que podem surgir como resultado de ter que conviver com uma criança autista. Também ajuda-los a providenciar um melhor ambiente em que seja possível oferecer o cuidado carinhoso e estímulo necessário para obter uma melhor aprendizagem.

Há dez anos trabalho em uma instituição com crianças e adolescentes com deficiência, muitos deles são autistas, ou tem a síndrome de Asperger (logo a classificação internacional de doenças CID, mudará e unificará as duas patologias com um único nome). Nesse tempo pude observar algo valioso, podemos ter “Esperança”!

Tenho obtido muito sucesso no tratamento de autistas, através da psicoterapia lúdica e a da acupuntura auricular. Em geral não se consegue fazer a acupuntura auricular nas primeiras sessões, pois os mesmos não gostam do toque, porém, a partir do momento em que criamos vínculo com eles, podemos ver o quão fantásticas são as alternativas que um autista tem para viver um vida muito próxima do “normal”

Costumo dizer, que os melhores remédios para se lidar com autistas, são, paciência e amor! Com o tempo conseguimos observar, que eles também começam a demonstrar carinho e amor por nós, pelo simples fato de se sentirem bem conosco, por se sentirem também amados. Eles nos devolvem aquilo que damos a eles, do seu modo é claro, mas se formos observadores veremos que eles podem evoluir muito e isso me dá a cada dia mais ESPERAÇA!

Rafael Leitoles Remer Psicólogo em Curitiba

(41)3082-8778 e (41)991821966

Realizo essa estimulação para com “autista” no meu consultório também, mas abaixo deixo o contato da ONG que trabalho e faz esse trabalho gratuitamente para quem não tem condições de pagar esse tratamento.

Atenção: centro de reabilitação gratuito que trata de autistas em Curitiba: www.abracce.org.br

Essas entrevistas foram realizadas na ONG:

Depressão

“A DOR DE EXISTIR”

“Acho que você não percebeudepre

Que o meu sorriso era sincero

Sou tão cínico às vezes

O tempo todo

Estou tentando me defender

Digam o que disserem

O mal do século é a solidão

Cada um de nós imerso em sua própria

arrogância

Esperando por um pouco de afeição”

Renato Russo

Quem nunca se sentiu tentado a não sair da cama de manhã?

Tristeza? Melancolia? Baixo-astral? Depressão?

Dizem que o mal do século XX e do começo do século XXI é a depressão, como foi à tuberculose no século XIX. Mas de fato, hoje, pode-se reconhecer a alta incidência de depressão e sua importância clinica.

A depressão não é simplesmente uma doença, é também um estado de espirito a que todo mundo está sujeito, em maior ou menor espaço de tempo, maior ou menor frequência, sendo assim, ela é um “objeto” palpável da nossa consciência, e, devemos aprender a conviver com ela, portanto, o primeiro passo é compreendê-la.

Na depressão, a pessoa fica com o humor para baixo, sente-se triste, apática, angustiada, ansiosa. Cai o nível de energia, aparecem o desânimo e a dificuldade de sentir prazer na vida como antes, inclusive sexual. Ocorre uma lentificação psíquica e física, paradoxalmente associada a desassossego quando a ansiedade for intensa. Fica difícil concentrar-se, a memória falha, o raciocínio não flui mais. A mente é invadida por uma onda de pessimismo de ideias e de preocupações negativas. Surgem sentimentos de culpa, insegurança, medo, inutilidade, solidão, burrice, inadequação, fracasso, baixa autoestima e falta de sentido. Tudo é avaliado de uma visão negativa distorcida: passado, presente e futuro. Podem aparecer pensamentos de morte e alucinações. Ocorrem alterações de apetite e/ou peso. O tempo de sono pode aumentar ou diminuir, mas o sono deixa de ser reparador. Frequentemente a queixas de dores e de mal-estar físico, resultando em várias visitas médicas sem sucesso antes de se diagnosticar depressão.

Em linhas gerais, a depressão pode ser entendida como um estado de humor disfórico (para baixo), onde ocorre a perda de prazer de quase tudo que se faz. Os sintomas podem ser inicialmente psicológicos, como indecisão, irritabilidade, falta de capacidade de concentração, insônia ou excesso de sono, sentimento de profunda infelicidade, e por aí vão.

Alguns sintomas psicológicos e emocionais que identificam a depressão são a perda de interesse pela vida, queixas somáticas, retardamento mental e motor, falta de energia, perspectiva de futuro bloqueada. Perceba que esses sintomas clássicos são, na maioria das vezes, mascarados por outras condições, tais como fobias, insônia e abuso periódico de álcool.

As pessoas da sociedade atual são mais vulneráveis à depressão do que sempre foram, por isso, uma incidência tão grande nos dias atuais. Seria interessante neste momento, cada um de nós pararmos um pouco e refletirmos… o que mudou tanto a ponto de formar pessoas depressivas, desde a infância até a velhice.

Não estou lhes dando a resposta, pois eu também não a tenho, infelizmente, mas nota-se que as mulheres estão em maior risco de ansiedade e depressão do que os homens e que uma grande porcentagem de mães apresenta de leve a moderada depressão. As mulheres descrevem maiores níveis de experiências depressivas associadas com assuntos de dependência, assim, sentem um maior desejo de serem amparadas. Em ambos os sexos, a intensidade do desejo de ser amparado está relacionada com a dependência. Você deve estar pensando: Dependência? Dependência de quê? De quem? Mais um momento para reflexão, pense… este é um ótimo exercício para livrar-se e prevenir-se da depressão.

Depressão: Ter ou Não Ter?

Ao ler o titulo acima deve vir-lhe a cabeça: esse sujeito é maluco! Seria possível escolher ter ou não depressão?

Calma, deixe-me explicar!

Podemos sim, prevenir a depressão quando não a temos e reduzir muito seus sintomas quando a temos, com medidas simples, mas que parecem uma tortura para quem tem depressão. Vou falar um pouco sobre elas, sem, é claro, ter a pretensão de lhes dar uma lista de dicas para livrar-se da depressão como fazem as revistas fofoca com suas dietas milagrosas…

Podemos sim, prevenir a depressão quando não a temos e reduzir muito seus sintomas quando a temos, com medidas simples, mas que parecem uma tortura para quem tem depressão. Vou falar um pouco sobre elas, sem, é claro, ter a pretensão de lhes dar uma lista de dicas para livrar-se da depressão como fazem as revistas fofoca com suas dietas milagrosas…

Quando se tem depressão é muito importante procurar um profissional especializado para trata-la. Sabe aquele ginecologista ou aquele clinico geral que lhe receita antidepressivos ou remédios para ansiedade, com certeza não são eles. O médico que trata depressão é o psiquiatra, não tenha medo que procurar um, garanto a vocês que eles não mordem.

Pronto, procurei um psiquiatra, ele me receitou algumas medicações, agora é sentar e esperar fazer efeito! MENTIRA! Infelizmente ainda não inventaram a pílula da felicidade, portanto, apenas tomar medicação não lhe tirará do estado de depressão, o medicamento é apenas um auxiliar, novamente tenho que dizer, “LEVANTE” “MEXA-SE”.

Infelizmente alguns médicos não encaminham seus pacientes depressivos para psicoterapia, o que é fundamental para o tratamento, é preciso olhar para dentro… mas a maioria dos médicos indica um tipo de psicoterapia, mas o paciente está tão ocupado em ficar parado, deitado, estagnado que não encontra tempo para si mesmo.

A psicoterapia nada mais é do que um processo de autoconhecimento, ou seja, quando você se conhece melhor, sabe como vai lidar com seus problemas, com atitudes concretas e não com lamentações. Sempre que puder, procure um psicólogo, mais uma vez lhes garanto, nós também não mordemos, somos gente como você, não temos poderes especiais, nem somos donos de supostos saberes como dizem por aí. Dentro da psicologia existem muitas abordagens, certamente você se adaptará a alguma delas, existem muitos profissionais da psicologia que podem lhe ajudar e você tem o direito de escolha o que é o mais importante. Você pode escolher um psicólogo menos convencional como eu que pareço um psicólogo saído de uma banda dos anos 60 direto para o século XXI até aquele mais ortodoxo que vemos estereotipados em filmes, que se vestem sempre de preto, ficam de costas para o paciente e repetem a famosa frase “fale-me mais sobre isso”

Poderia eu, citar aqui uma infinidade atitudes que você poderia tomar para se prevenir da depressão, ou para sair de um estado depressivo, mas não temos espaço suficiente. Posso somente lhe dizer, não fique aí parado, o problema tem solução, basta você correr atrás.

Quer conhecer um pouco mais sobre a depressão e patologias ligadas a ela? Acesse meu blog, lá todas as semanas temos novidades, novos assuntos e temas que podem ampliar nosso horizonte!

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Psicólogo em Curitiba

Tratamento para depressão em Curitiba

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