Autismo e Asperger

A maioria deles nasce normal, alguns até espreguiçam e choram na maternidade como todos os bebês sadios, mas já nos primeiros meses de vida, às vezes até os cinco anos, começam a surgir os sintomas de um fenômeno doloroso que os especialistas discutem e não conseguem explicar.

São estranhos comportamentos de crianças que perdem a fala, são incapazes de olhar as pessoas e isolam-se cada vez mais num mundo misterioso e impenetrável – o mundo do autismo. Do grego autos, que significa ele mesmo, de si mesmo. Uma síndrome ou doença até hoje incurável.

Suas causas confundem os profissionais, suas consequências atormentam os pais, que em seu desespero iniciam uma interminável peregrinação aos consultórios e unem-se em associações numa incansável luta pela recuperação de filhos queridos mas imprevisíveis e distantes. De origem psicológica ou orgânica – as teorias são muitas, as receitas multiplicam-se – o resultado é o mesmo: sofrimento e dor, angústia e esperança.

A estimativa é de 4 autistas para cada grupo de 10 mil pessoas (cerca de 65 mil no Brasil) e a maioria é de meninos, na proporção de 3 para cada menina. Pouco se sabe a respeito de autistas adultos, a explicação para isso é simplista, mas pode ser verdadeira: os autistas eram confundidos com “débeis mentais “.

Resumo

A incapacidade muito acentuada de desenvolver relações interpessoais nos cinco primeiros anos, caracteriza-se por uma falta de reação e de interesse pelos outros, sem comportamento de apego normal.

Essas dificuldades se manifestam na primeira infância: pela ausência de uma atitude de antecipação (ao dar colo a essas crianças, elas assumem uma postura rígida, ao contrário do esperado); pela ausência de contato visual e pela ausência de resposta de sorriso e de mímica. A criança autista não utiliza o contato visual para chamar a atenção, além disso, há ausência, atraso ou cessação do sorriso, em resposta aos sorrisos dos outros. É indiferente aos outros, os ignora e não reage à afeição e ao contato físico.

Ausência de apego seletivo: a criança parece não distinguir os pais dos adultos estranhos.

O autista se comporta mais frequentemente como se estivesse só, como se os outros não existissem. Mais ainda, as crianças autistas não procuram ser acariciadas ou reconfortadas pelos pais quando tem dor ou quando tem medo. Às vezes, elas se interessam por uma parte do outro, sua mão, um detalhe do vestuário.

Na primeira infância existe inaptidão a brincar em grupo ou a desenvolver laços de amizade; mostram pouca emoção, pouca simpatia ou empatia por outro. À medida em que crescem (cerca de 5 ou 6 anos) pode se desenvolver uma maior ligação, mas as ligações sociais permanecem superficiais e imaturas.

As 14 características (sinais) abaixo apresentadas, são a principal fonte de informações na qual se baseiam hoje em dia, médicos, pais e educadores, para diagnosticar o autismo. A apresentação de 7 destas características podem indicar a síndrome.

  1. A criança não se mistura com outras crianças.
  2. Age como se fosse surda.
  3. Resiste ao aprendizado.
  4. Não demonstra medo de perigos reais.
  5. Resiste a mudanças de rotina.
  6. Usa pessoas como ferramentas.
  7. Tem risos e movimentos não apropriados.
  8. Resiste ao contato físico.
  9. Apresenta acentuada hiperatividade física.
  10. Apega-se de maneira não apropriada aos objetos.
  11. Gira objetos de maneira estranha e peculiar.
  12. As vezes, a criança é agressiva e destrutiva.
  13. Não mantém contato visual, olha as pessoas “atravessado”.
  14. Isola-se, tem comportamento indiferente ou arredio.

Não custa lembrar que qualquer criança “normal” pode apresentar esses sintomas e comportamentos, então não leve isso ao pé da letra. Isso encontra-se aqui para que possam ter uma ideia apenas, na verdade eu não gosto muito desse tipo de teste, acredito muito a individualidade de cada criança, trato cada uma delas como o ser único que são. Não trato de autistas, trato de crianças. Não trato patologias e sim seres humanos especiais, cada um merece sua própria terapia, pois é único. Isso é importante se levar em conta, ele é único apesar de qualquer característica em comum.

Os Primeiros Anos

1. O recém nascido

  • parece diferente dos outros bebês;
  • parece não precisar de sua mãe;
  • raramente chora (“um bebê muito comportado”);
  • torna-se rígido quando é pego no colo;
  • às vezes muito reativo aos elementos e irritável.
2. Os seis primeiros meses
  • não pede nada, não nota sua mãe;
  • sorriso, resmungos, resposta antecipada são ausentes ou retardados;
  • falta de interesse por jogos, muito reativo aos sons.
3. De seis a doze meses – não afetuoso;
  • não interessado por jogos sociais;
  • quando é pego no colo, é indiferente ou rígido;
  • ausência de comunicação verbal ou não-verbal;
  • hipo ou hiper-reativo aos estímulos;
  • aversão pela alimentação sólida;
  • etapas do desenvolvimento motor irregulares ou retardadas.
4. O segundo e terceiro ano
  • indiferente aos contatos sociais;
  • comunica mexendo a mão do adulto;
  • o único interesse pelos brinquedos: consiste em alinhá-los;
  • intolerância à novidade nos jogos;
  • procura estimulações sensoriais como ranger os dentes, esfregar e arranhar superfícies, fitar fixamente detalhes visuais, olhar mãos em movimento ou objetos com movimentos circulares;
  • particularidade motora: bater palmas, andar nas pontas dos pés, balançar a cabeça, girar em torno de si mesmo.
5. O quarto e quinto ano
  • ausência de contato visual;
  • jogos: ausência de fantasia, de imaginação, de jogos de representação;
  • Linguagem limitada ou ausente – ecolalia – inversão pronominal;
  • anomalias do ritmo do discurso, do tom e das inflexões;
  • resistência às mudanças no ambiente e nas rotinas
Autista a Criança que não Brinca

Quando um bebe ou criança não abraça, não fixa seu olhar nos olhos de outros (não estabelece contato visual) ou não responde a demonstrações afetivas ou ao tato, seus pais se preocupam seriamente. Esta falta de resposta pode estar acompanhada de inabilidade para comunicar-se e de uma incapacidade para estabelecer algum tipo de Inter-relação social. Muitas crianças não demonstram ter preferência por seus pais em relação a outros adultos e não desenvolvem amizade com outras crianças. A capacidade para falar e comunicar-se com outros é muito pobre e, em certas ocasiões não existe. Estas crianças não utilizam as habilidades verbais e não verbais, como expressões faciais ou gestos, como veículo de comunicação e relações interpessoais. Quando uma criança apresenta estes sintomas, um dos diagnósticos que o psiquiatra irá considerar será o de autismo infantil.

A criança autista não desenvolve relações normais com os objetos que a rodeiam. Demonstra relações extremas para com os objetos, que tanto podem ser uma total falta de interesse, como pelo contrário uma preocupação de forma obsessiva para com eles. Por exemplo, a criança autista cuja cama é trocada de lugar em seu mesmo quarto, pode reagir com espanto através de choro ou gritos. Objetos que se movem ou giram, por exemplo, o movimento de um ventilador elétrico, podem fascina-la. A criança pode formar um vínculo pouco comum com certos objetos inanimados, como uma corda, uma tira de borracha ou um braço solto de um boneco, etc.

Outra característica do autismo infantil é a tendência de levar a cabo atividades repetidas de alcance limitado. Se pode ver a criança dar voltas ou efetuar movimentos rítmicos do corpo como dar palmadas ou movimentar circularmente as mãos. As crianças autistas que apresentam um nível de funcionamento mais avançado podem repetir quase automaticamente os anúncios comerciais que vêem na televisão, ou também executar rituais complexos na hora de deitar-se. Aqueles pais que suspeitam de autismo em seus filhos devem pedir a seu médico de família ou pediatra que lhes indiquem um psiquiatra infantil. Este pode diagnosticar com maior certeza o autismo, determinar seu grau de severidade, e, alem disto, recomendar um tratamento adequado.

O autismo é uma doença. A criança autista pode ter um problema sério e incapacitante, de caráter permanente. Sem dúvida, com tratamento e treinamento apropriado algumas crianças podem desenvolver certas destrezas que lhes permite obter um maior grau de independência em suas vidas. Os pais devem estimular e apoiar a criança no desenvolvimento daquelas destrezas, principalmente nas que ela use suas habilidades, de maneira que possa sentir-se melhor consigo mesma. Deve-se procurar ajuda profissional para tratamento e acompanhamento do autista e seus familiares. Além de trabalhar com a criança autista, o profissional pode ajudar a família a resolver situações de tensão, como, por exemplo, o sentimento que tem os irmãos de que estão sendo abandonados e de que seus pais preferem a criança autista, ou sentir-se envergonhados para trazer amigos a sua casa. O profissional pode ajudar aos pais com problemas emocionais que podem surgir como resultado de ter que conviver com uma criança autista. Também ajuda-los a providenciar um melhor ambiente em que seja possível oferecer o cuidado carinhoso e estímulo necessário para obter uma melhor aprendizagem.

Há dez anos trabalho em uma instituição com crianças e adolescentes com deficiência, muitos deles são autistas, ou tem a síndrome de Asperger (logo a classificação internacional de doenças CID, mudará e unificará as duas patologias com um único nome). Nesse tempo pude observar algo valioso, podemos ter “Esperança”!

Tenho obtido muito sucesso no tratamento de autistas, através da psicoterapia lúdica e a da acupuntura auricular. Em geral não se consegue fazer a acupuntura auricular nas primeiras sessões, pois os mesmos não gostam do toque, porém, a partir do momento em que criamos vínculo com eles, podemos ver o quão fantásticas são as alternativas que um autista tem para viver um vida muito próxima do “normal”

Costumo dizer, que os melhores remédios para se lidar com autistas, são, paciência e amor! Com o tempo conseguimos observar, que eles também começam a demonstrar carinho e amor por nós, pelo simples fato de se sentirem bem conosco, por se sentirem também amados. Eles nos devolvem aquilo que damos a eles, do seu modo é claro, mas se formos observadores veremos que eles podem evoluir muito e isso me dá a cada dia mais ESPERAÇA!

Rafael Leitoles Remer Psicólogo em Curitiba

(41)3082-8778 e (41)991821966

Realizo essa estimulação para com “autista” no meu consultório também, mas abaixo deixo o contato da ONG que trabalho e faz esse trabalho gratuitamente para quem não tem condições de pagar esse tratamento.

Atenção: centro de reabilitação gratuito que trata de autistas em Curitiba: www.abracce.org.br

Essas entrevistas foram realizadas na ONG:

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64 Comentários para "Autismo e Asperger"

  1. Sherlen Jordana

    Adorei sua matéria! Sempre tive curiosidade com relação a crianças com autismo. Nunca ví um ao vivo rsrsrs, mais lí em livros e ví em filme, crianças com dificuldade em se relacionar. Me deu uma paixão por elas, uma vontade de ama las. Procurei saber melhor sobre o autismo e agora me apaixonei ainda mais! Não sei se teria paciencia para lidar com uma, mais sei que amaria a com todo meu coração. Talvez porque eu me identifique um pouco, bem pouco: Não sou muito boa em me relacionar.Me considero uma pessoa de difícil adaptação (não gosto muito de mudanças) como por exemplo agora, acabei o ensino médio ano passado(tenho 17 anos) mais me sinto sem.. Meio sem sentido.Ficar em casa.. Eu tinha uma rotina e agora ta tudo bagunçado. Em todo o ensino médio, tive dois amigos apenas, com os quais me sentia bem. sempre sentí como se eles estivessem de outro lado de um rio, que nos separava da igualdade, mais ainda assim estavam mais proximo do que meus outros colégas que para mim eram tanto faz. Nunca me apeguei a eles durante toda minha carreira estudantil. Me apego muito mais facilmente a objetos e animais do que a pessoas, prefiro muito mais ficar sozinha no meu quarto do que ir a festas e lugares ”cheios” demais.. Prefiro evitar multidões, me trazem um certo desconforto. Como eu disse, não é como se eu tivesse altismo,(odeio contato físico, mais quando é alguém que conheço bastante, como um amigo ou namorado (ex)) me sinto bem, me sinto segura. Não gosto quando é alguém que não tem um relacionamento mais intimo. Não gosto que me toquem, isso me incomoda bastante) Mesmo assim me sinto mais proxima das crianças autistas. Me sinto de alguma forma, ligada e apaixonada, talves por eles terem seu proprio mundo, como eu. Um mundo que é só deles. Algum dia gostaria de trabalhar com crianças assim.. Gostaria de me ligar a elas, formar uma porte. Ser aquela pessoa em quem elas confiam, como você! Queria sentir esse carinho de forma diferente que você sente.. acho que seria gratificante, uma experiencia perfeita.

  2. juliana vigato

    Sou professora de uma criança de 3 anos diagnosticada há mais de um ano como autista, mas tanto eu quanto minhas monitoras achamos que o diagnóstico pode não corresponder,pois temos estudado e as características não batem.Ele nos busca,abraça dizendo que ama,interage com os colegas,fala de tudo,expressa preferências,forma frases dentro do contexto,canta.Poucos comportamentos dele batem com o autismo ou asperger.Você,como profissional,já viu algum caso assim?

    • Maina

      Por favor me ajude ! eu estou completamente no chão não sei lhe dar com meu filho faz uma semana que ele começou a terapia…neuro e a psiquiatra…mas ainda sim estou com muito medo preconceito o que está por vir Sou mãe do pedro de 2 anos e 9 meses diagnosticado Autista …Desde 1 ano e 3 meses ele age diferente…a principio a pediatra pensou em tdah mas estava muito cedo pra qualquer diagnóstico encaminhado para a psicóloga ( era mais direcionado a mim do que a ele que só ia pra brincar) sempre foi agitado…Não ouve…Não atende pelo nome. ..Não obedece….Quando sai em público se torna outro corre de um lado pro outro e faz movimentos estranhos com as mãos e as pernas sempre que vai lugares como festinhas de crianca ….shopping…restaurantes…a mais de dois meses começou com mania de arranhar parede e a não deixar que toque na mão dele ele se sente muito encomendado …sempre foi muito na dele quer fazer tudo sozinho …Não gosta que deito com ele a noite. ..mas quando ele quer ele é carinhoso…e muito hiperativo mas é muito inteligente memória dele pra filmes …casa…lugares…ele ama música..com um ano contava números até 10 aprendeu no filme do ursinho pooh mas sempre foi diferente dos outros e quando contrariado e agressivo…ele tampa os ouvidos quando tá muito nervoso ou eu nervosa ou quando ouve latidos de cachorro …ele é sociável vai com todo mundo fala Oi …Tchau. ..ele chama muita atenção com crianças ele brinca mas não sabe dividir e quando enjooa bate…e ele já pulou na piscina…corre na frente de carro….pega bixo…passa a mão em qual quer cachorro…Não tem medo de nada …e sempre que cai não chora…eu queria ajuda como educa lo ? o que faço pra corrigir ? ele não para …. Por favor moro longe de Curitiba qualquer ajuda sobre como educa lo entende lo e bem vinda eu o amo sofro pq sei que ele sofre sendo assim …pois me isolo com ele em casa

      • Olá Maina! Primeiro respire fundo e pense no seguinte “Autismo é uma palavra, não uma sentença!” Primeiro de tudo, procure seu chão, você precisa estar bem para cuidar dele, o bem estar dele está diretamente ligado ao seu, então se você estiver bem, com certeza, mesmo que ele não te demonstre isso, ele vai estar mais tranquilo também, ele sente você!
        A distância de Curitiba não é problema, podemos conversar por telefone, pelo voip do whatsapp, quando você quiser. É provável que eu possa lhe orientar de alguma forma. Por aqui fica muito difícil, então entre em contato quando quiser, estou a disposição, para mim é uma “benção” poder ter um pouco de conhecimento para ajudar. Meu número é (41)99182-1966, espero sua ligação!
        Fique bem, vai dar tudo certo, sempre dá, sempre tem um jeito, lhe garanto! Mas você precisa de chão pra pisar, do contrario fica difícil se equilibrar e podemos acabar caindo! Pense nisso e me ligue por favor!
        Um forte abraço
        Rafael

  3. Margareth Souto Alves

    Meu netinho foi diagnosticado com hiperlexia com alguns traços de autismo. Êle é muito doce e amoroso, se comunica com todas as pessoas, mas tem momentos em que pega seus brinquedos e observa com atenção , como se estivesse medindo alguma coisa ,se perguntamos o que está fazendo, ele diz ” trabalho de artes”,ou qualquer outra resposta. Mas há duas semanas anda com muito mêdo e vômitos, quando a noite vai chegando ele se transforma de tanto mêdo. Não sabemos do que , estamos muito preocupados…sem saber o que pensar…êle faz tratamento com neuropediatra, fonoaudióloga, psicopedagoga,psicóloga.Esteve no neuropediatra a duas semanas atrás e não tinha esses sintomas…por favor nos dê uma luz..ele frequenta a escolinha , participa de tudo, mas em brincadeiras tipo jogar bola, ele quer jogar com as crianças mas quando chega no jogo não sabe o que fazer, desde os 3 anos sabe todas as letras lê algumas palavras, sabe os números todos, adora música. Hoje está com 4 anos, amo essa pessoinha demais…por favor nos dê uma luz… OBRIGADA pela atenção.

    • Boa noite Margaretta!
      Se estivermos na mesma cidade poderei lhe ajudar, com muito prazer e propriedade! Sou Rafael, psicólogo e moro em Curitiba!
      Além desse trabalho no consultório Remer Terapias, sou psicologo e coordenador de uma clinica mantida pela ong ABRACCE (www.abracce.org.br)
      Nessa clinica, temos um trabalho especializado voltado para autistas (se seu netinho realmente for autista, é um diagnóstico difícil de ser feito)
      Todos os atendimentos são gratuitos e feito por profissionais especializados, através do tempo a equipe foi moldando um jeito muito individual e quem sabe até alternativo no tratamento das nossas crianças, e, temos tido um sucesso muito grande, estamos conseguindo ajudar muitas crianças e suas famílias através desse trabalho. O telefone da ABRACCE é (41)3022-4618 é só ligar e marcar uma avaliação, o processo é bem rápido, no máximo em uma semana seu netinho já estará fazendo as terapias na ABRACCE
      Se eu puder ajudá-la de mais alguma forma, fico feliz e encontro-me a disposição!
      Força, não desista nunca! Esse pequeninos sempre nos surpreendem!
      Um abraço!
      Rafael

  4. Margareth Souto Alves

    Obrigada pela atenção! Moramos em Santa Maria no Rio Grande do Sul e realmente fica difícil ..mas agradeço muito sua atenção. Um abraço ! Margareth

  5. Tainara

    Boa tarde…tenho um sobrinho q mora no mesmo quintal então acompanhei ele desdo nascimento e sempre percebi que ele é diferente…Hoje ele tem 3 anos e meio e é uma criança muito difícil de lhe dar..ele não pode ser contrariado por q tem crises de gritos e fica agressivo,não gosta de se misturar com a família quando tem festas prefere ficar sozinho assistindo..não pode ouvir alguns barulhos q tampa os ouvidos principalmente latido de cachorros…ele tem uma mania de ficar no chão se esfregando isso ele faz desde bb …e não gosta de conversar e nem olhar na cara…Então toda a família desconfia que ele seja autista menos os pais que estão fechando os olhos e não querem acreditar acham quem o filho não tem nada….mais o quee deixa intrigada é que ele tem uma irmã que tem menos de 2 anos e está ficando igual a ele tampa o ouvido para barulhos não sorri para as pessoas sempre.foi muito séria e só sorri quando faz cosquinhás ou brinca de pegar…Será possível ela ser autista támbem?

    • Tainara, não posso afirmar, nem que um nem que outro seja autista. O diagnóstico de autismo é complicadíssimo, muitas vezes vira um rótulo. Autismo é uma palavra não uma sentença. convivo com autistas que se desenvolvem muito bem, tem suas dificuldades, suas limitações mas também suas genialidades. O ideal é procurar um especialista, sem vê-los, sem conviver um pouco com eles não posso afirmar nada, seria negligente da minha parte. Quem sabe possamos conversar mais no privado e consigamos chegar em algum lugar, fique a vontade em me ligar 41-3082-8778 e 41-99182-1966 ou contato@remerterapias.com.br podemos dialogar melhor e ter uma ideia melhor do que pode estar acontecendo, ou não!

  6. Mirian Rangel

    Oi Rafael, boa noite. Gostaria de uma ajuda, se possível. Estou bem angustiada. Tenho um bebê de 1 ano e 4 meses. Ele sempre foi muito tranquilo. Chorava pouco. Por isso, devido a correria do dia a dia, deixavamos ele muito na sala brincando ou vendo desejo, praticamente não brincávamos com ele de jogos, conversavamos muito pouco, e qdo vi ele já está com essa idade atual. Ele só fala mama e papa, mas pouco. Brinca, sorri muito com as brincadeiras do pai, balbucia muito, mas não atende qdo chamo. Na verdade eu não fui de chama-lo e nem falar o nome dele, já ia logo pegando no colo pra dar alguma coisa, colocar pra dormir etc. Ele tb não é de abraçar…nunca ensinamos. Não ensinei a chamar, mandar ou dar beijo, dar tchau. Sei que errei feio, pq não dei atenção ao meu filho. Ele olha pra gente, às vezes pra boca e às vezes nos olhos. Não sei se é pq passava praticamente todo o dia na sala sozinho ou dormindo no berço. Ele ainda dorme de dia umas 3 horas. A noite dorme bem. Às vezes reclama mas volta a dormir. Com crianças só tem contato no domingo à noite qdo vou à igreja. Na próxima semana irá pra escola ficar meio período. Conversei com a pediatra dele e falei do meu receio. Ela acha que é falta de estímulo, já que ele ficava muito sozinho e quase não sai. Só igreja ou médico. Mesmo assim eu pedi um especialista e vou levá, mas só mês que vem. Fico lendo a matéria sobre autismo e fico com medo. Estou até chorando antes do tempo. Será que o fato dele ter ficado muito em casa, brincando sozinho e vendo desenho deixou ele assim??? Sem atender qdo chamo ou não olhar muito pra mim???. Ele levanta os braços pra colo, anda muito, sorri muito, gosta qdo cantamos. Ah ele tem uma mania de, qdo está concentrado em algo e com sono colocar a língua pra fora, fazendo um bico e sulgando como se quisesse uma chupeta, mas nunca chupou. Ele também gosta, na hora de dormir de ficar passando entre os dedos ou na palma da mao os braços e orelhas de um bicho de pelúcia ou na ponta do travesseiro. Tem como ser apenas algum atraso porque não estimulamos em nada??? Por favor, me ajude

    • Boa Tarde Mirian!
      Fica muito difícil afirmar qualquer coisa sem conhecer “vocês”.
      Mas me sinto no dever de lhe dizer que um diagnóstico de autismo não é o “fim” de nada! A palavra “autismo” hoje é muito mais um rótulo do que um diagnóstico, qualquer criança pode ter os comportamentos que você relata, sendo ela autista ou não. É preciso saber que autistas são capazes de fazer coisas maravilhosas, inclusive demonstrar carinho e amor.
      Vejo isso no meu cotidiano, trabalho em uma ong que presta atendimento a autistas, eles são muito especiais e muito capazes, só precisamos encontrar o estimulo certo.
      Gostaria que você me procurasse na ong, o tratamento lá é todo gratuito! É a ABRACCE (www.abracce.org.br) você pode ligar e agendar uma avaliação pelo telefone 3022-4618, é bem rápido. Se tiver mais alguma dúvida e quiser conversar, pode ligar na ABRACCE, conversaremos.
      Não há motivo para lágrimas Mirian, um filho é um presente de Deus e se esse filho é mais especial, é porque ele tem pais mais especiais ainda!
      Fique bem!
      Abraço!
      Rafael

    • Clara Pacheco

      Miriam como seu filho está hj?
      Lendo sua história parecia ter sido eu a escrever.. Vivi a mesma situação só que percebi isso com 1 ano.

  7. Jamili

    Olá, estou a dois meses pesquisando e estudando sobre autismo, meu filho tem 2 anos e 8 meses e desde bebê ele apresentou atrasos no desenvolvimento motor, consequentemente, atualmente ele pronuncia poucas palavras. Além desse aspecto ele apresenta agressividade com algumas crianças, por exemplo: desde o primeiro aninho a fase oral era mto intensa, mordeu os amiguinhos da escola até os 2 anos e meio, hj em dia ele as vezes puxa os cabelos ou empurra, percebo que é pra chamar a atenção da criança e não na intensão de machuca-la, ele caminha normalmente mas qdo corre utiliza a ponta dos pés. Esses são os sintomas mais expressivos correlacionados ao diagnóstico de autismo, nenhum outro mais. Se comunica bem com todos, mas como não fala ainda utiliza de gestos. Gostaria de saber se este comportamento pode ser confundido com o diagnóstico de autismo, ou seja, se ele pode ser uma criança sem autismo e mesmo assim possuir estes comportamento iguais. Ele começou o acompanhamento com a fono que acha que não possui autismo, porém o neuropediatra numa consulta de 10 minutos me fez algumas perguntas genéricas e me falou que ele tem fortíssimos índices de autismo. Agradeço desde já sua atenção. Moro longe de Curitiba e não é possível um acompanhamento com vcs.

    • Jamili, ele pode sim apresentar esses comportamentos e “sintomas” e não ser autista! Diagnostica autismo é muito mais difícil do que parece, poucos profissionais se arriscam! Mesmo morando longe de Curitiba, você pode manter contato telefônico e por e-mail privado, posso ouvir e orientar mesmo de longe, mas o ideal seria um profissional especizado atender ele, com calma. Estou a disposição para ajudar!

  8. Joice Cardoso

    Olá Rafael… Me identifiquei um pouco com o comentário da Miriam… Mas meu filho está com 1 ano e 9 meses e faz um tempinho que meu marido comentou que ele via algumas características do autismo. E para mim pareceu absurdo, mas comecei a reparar e ficou claro…. Meu filho desde que nasceu ficou comigo em casa. Mas sempre brinquei muito com ele, vivia 100% para ele. Mas há 3 meses operei minha mão e ele passou a ficar assistindo muita TV, Desenho quase o dia todo, hipnotizado. Passou a acordar muito a noite, ficar muito agitado. Então não sei se isso “ajudou” a ele não dar atenção ao redor ou não tem nada a ver…. Ele sempre foi muito quietinho, nem chorava e ultimamente grita muito. Tem muitos ataques de gritos…. Quase sempre na hora de comer. Achamos que podia ser por estarmos tirando o desenho dele, mas agora é com muita frequência..
    Mas o principal é que ele não atende quando chamamos, às vezes parece surdo, mas reage bem às nossas brincadeiras e quando cantamos. Ele não fala, só um papapapai e mamãmãe . Não gosta de ir no colo de outras pessoas, fica girando, não gesticula, não aponta para as coisas, mas se está ao alcance dele ele mesmo pega, como o bico ou água, por exemplo.
    Fomos ao Neuro ele solicitou um eeg que deu normal. Respondemos o questionário Cars e deu normal tb, mas no limite… O Neuro pediu que colocássemos ele em uma escolinha para ter contato com mais crianças e esperarmos para ver como vai se portar….
    Meu filho já está há um mês fazendo adaptação, mas não interage com as outras crianças, começou a se mostrar um pouco agressivo em casa, e passou a brigar para comer. Agora já faz mais de semana que não vai pois está doente.
    Desculpa se me estendi demais, mas fica difícil resumir… Não é fácil estar vivendo com essa dúvida….. Agradeço tua atenção.

    • Joice, tenha calma, autismo é uma palavra, não uma sentença, se for o caso do seu filho, verá que ele é muito especial e capaz de coisas incríveis. Trabalho em uma ong já ha muitos anos com crianças autistas, tenho uma experiência grande no assunto, porém, sem ver a criança fica difícil dizer qualquer coisa, esses sintomas que relata, podem ser simplesmente de uma fase, ou da própria personalidade, nada que possa ser considerado patológico. É necessário uma investigação profunda para se diagnosticar autismo! Se puder entrar em contato para trocarmos maiores informações de modo privado, quem sabe possa lhe ajudar melhor (41-3082-8778) (contato@remerterapias.com.br)

    • Solange maria barbosa

      Boa noite! Sei que esta pastagem já tem um tem pinho, mas , meu filho identifica muito ao seu! Ele melhorou na escolinha?

  9. Renata

    Oi, Rafael!
    Tenho uma bebê de 5 meses que me preocupa demais, pois tenho a sensação que não me diferencia dos demais adultos, não me olha ao mamar, nem sempre olha quando eu chamo, é uma bebê irritada demais. O que eu posso fazer por uma bebê tão pequena? Somente esperar e estimular? Impossível ter uma resposta nesse momento?

    • Renata, não podemos ser tão imediatistas, ela tem apenas 5 meses, é cedo para qualquer tentativa de diagnóstico. Estimular é muito importante em qualquer idade, mas nessa idade é fundamental! Poderia lhe ajudar se soubesse mais informações, se você puder me telefonar (41-3082-8778) ou me enviar uma mensagem privada com mais informações (contato@remerterapias.com.br) penso que poderei lhe ser mais útil!

  10. Thais

    Olá Rafael, meu nome é Thais e tenho un filho de 2 anos e 4 meses. Meu filho andou engatinhou e andou cedo, sempre foi uma criança muita interessada em desenho animado, músicas e bichos. Ele sabe contar ate 10, sabe as letras, cores .. imita o sons dos bichos e etc! Está na creche desde 1 ano de idade. Quando ele tinha 1 anoos e 7 meses tive uma bebê que hoje esta com o meses. Percebi que ele parou de evoluir com a chegada dela .. tem bastante ciúmes e etc. Ele conhece os objetos, os utiliza corretamente, conhecê as pessoas pelo nome mas não é capaz de responder o seu nome e/ou sua idade. Quando esta concentrado em alguma coisa não responde qnd é chamado, mas qnd chamamos pelo nome e comolementamos com algo do seu interesse, eles nos não responde de imediato! Nos leva até os objetos que ele quer caso nao esteja ao sei alcance, caso contrário ele mesmo pega. Não evita crianças e interage, porém depois de unndeteeminado tempo pega um objeto e se concentra naquilo.. ignorando o que esta a sua volta. Algumas pessoas dizem que mei marido era exatamente como ele wnd pequeno. Não sei até onde tudo isso é normal, se pode ser autismo ou algum outro atraso. Ele sempre aceitou mudança de rotina, sempre ficou na casa de parentes e nina estranhou.. demonstra muito carinho por nos pai e mãe e pela ir na tbm . O que vc acha ?!

    • Eu acho difícil “achar” qualquer coisa Thais, sem conhecê-lo não posso afirmar nada. Não me lembra um autista pelo seu relato, precisamos tomar cuidado com diagnósticos precoces e nosso próprio “achismo”, penso que o que você fez seja o melhor, procurar por um especialista e perguntar, esse é o caminho. Aconselharia você a levá-lo a um neurologista para que ele possa examiná-lo tentar lhe dizer algo mais concreto, o diagnóstico de autismo não é fácil e pode levar tempo, lembrando, na maioria dos casos não é autismo, pode ser uma fase, ou até mesmo característica da personalidade, e, até quem sabe uma herança genética, já que você diz que seu marido tinha um comportamento muito parecido na infância. Faz assim, vamos conversar melhor, não sei se você é de Curitiba, mas me ligue pelo voip do whats app, quem sabe conversando conseguimos ter uma ideia melhor. Fique a vontade em ligar 41-99182-1966, não incomoda, várias pessoas fazem isso e dessa forma conseguimos nos ajudar melhor!

  11. Luciana Barbosa de Oliveira

    Sempre fui muito diferente , comecei a fazer algumas pesquisas em ralação a mim e a conclusão eu tenho grande chance ser autista é isso me choca , tenha várias características quando eu era criança eu fugia muito e desde então sou muito isolada dá sociedade antes era pior as vezes as pessoas me achavam esquisita porque eu fica na maioria das vezes no meu mundinho , mais agora o que está atrapalhando na minha vida pessoal , vc teria algum conselho .

    • Luciana! Vamos com calma! O diagnóstico de autismo não se dá assim tão fácil! Vamos conversar! Se você for de Curitiba pode me ligar nos telefones 41-3082-8778 ou 41-99182-1966 se não for, liga pelo voip do whats app no celular! Melhor conversarmos, difícil lhe dar uma posição por aqui! Fique a vontade tá!
      Abraço
      Rafael Leitoles Remer

  12. Simone Moura

    Boa tarde.
    Rafael, tenho um sobrinho de 2 anos e 5 meses que não está na escola ainda.
    Tem atraso importante na fala e tapa os ouvidos para muitos sons,. ex: desenhos.
    Brinca, gosta de de socializar. Demonstra carinho, gosta de brincar com a gente e sempre aponta para o que quer. Também é muito curioso e possui contato visual desde bebê ( sorria e nos acompanhava com o olhar)
    Está fazendo acompanhamento com a fono e ela pediu para o encaminhar para o neurologista.
    Você acha que tem alguma chance de ser autismo?

    • Boa tarde Simone!
      Bem difícil responder! São poucas informações para eu poder lhe dizer qualquer coisa, na verdade sem conhecê-lo é muito difícil. Acho prudente o encaminhamento da fono, mas pode ser milhões de outras coisas, ou não ser nada! Não vamos levar em conta a literatura ao pé da letra, são apenas sintomas, todo mundo pode ter alguns e não ser autista, ou pode ter muitos e não ser também. Se quiser me ligar para conversarmos melhor, fique a vontade!

  13. Jackson Muzonda

    Olá eu gostaria que lesse procuro ajuda, tenho de 19 anos, eu gosto de estar sozinho sou excêntrico, quando falo não olho nos olhos, tenho uma debelidade física notável, dificilmente faço amigos, gosto de conversar com gente adulta, tenho uma memória incrível memorizo factos com datas e horas as vezes até a temperatura, sempre fui muito bom estudante, com dificuldades de perceber sinais, gosto de pesquisar assuntos que me interessam bem afundo, e a conversa deve girar em torno de mim e só dono de uma timidez extraordinária lembro de factos que me aconteceram com os meus 4 e 5 anos, não gosto de sítios agitados não curto baladas e festas. Será que sou autista? Ou aspie?

  14. Claudianasjm79@hotmail.com

    Meu filho tem 2anos e meio e apresenta algumas caraquiteriscas do autismo como contato visual e pouca fala e parece não nos ouvir o restante faz direitinho só gosta de crianças mas velha estou preocupa aguardo resposta .

    • Claudia ele ainda é muito novo para ser diagnosticado como autista! Você pode procurar um neurologista, ele pode lhe ajudar. Mas acho que você tem que aproveitar esse presente divino que é seu filho, ele só vai ter 2 anos e meio agora, não perca essa relação pensando em um rótulo. Não acredite em tudo que lê na internet. Hoje em dia é “moda” falar de autismo, então tem muita gente que pensa ter um suposto saber que indicam o diagnóstico. Nem meu artigo aqui no site, trabalho com autistas a 10 anos, mas mesmo o que escrevo é uma visão minha que vem da experiência de ter esses anjos perto de mim, Aproveite ele, mesmo que um dia seja diagnosticado como autistas ele vai continuar a ser uma benção, Curta ele. Não de qual lugar do país vc me escreve, mas deixo você bem a vontade para me ligar, use o voiper do whats app, de repente conseguimos nos entender melhor. 41-99182-1966

  15. Adriana Menezes

    Olá, tenho um bebê de 2 anos e 7 meses,e sempre achei ele uma criança diferente.. Ele não olha para mim ,não responde quando eu o chamo,gosta de se esconder dentro do Guarda-roupas,gosta de rodar objetos,não fala frases completas, gosta muito de pular repete os desenhos,se irrita facilmente,não para um so minuto é passa ora no celular assistindo desenhos,gostar de passar a língua dele em mim,acordar muitas vezes na noite,gosta de colocar o meu cabelo na boca,e adora mexer em água..Estou muito preocupada se meu filho é um audista..O que devo fazer?

    • Olá Adriana!
      Você a principio deve levá-lo a um neurologista, ele saberá fazer testes e um diagnóstico diferenciado. Mesmo assim não é tão fácil diagnosticar autismos, dependem de muitos fatores e na idade dele é complicado mesmo, alguns comportamentos podem lembrar comportamentos autistas, mas podem ser apenas fases pelas quais ele está passando no seu desenvolvimento.
      Não sei de que lugar do país você é, eu sou psicólogo de Curitiba, trabalho com autista já fazem 10 anos, quem sabe possa lhe ajudar um pouco ou ao menos lhe dar um conforto. Pode entrar em contato comigo diretamente pelo meu e-mail: remerterapias@gmail.com, pelo whats app, podemos usar o voiper e conversar (41)99182-1966 ou diretamente pelo (41) 3082-8778 Fique a vontade, não incomoda, será um prazer ajudar Adriana!
      Rafael

  16. Lucineia

    Olá tenho um sobrinho de 4 anos, ele não chora, quando chora só grita mas não sai lágrimas, tem muita resistência à dor, parece não sentir dor, não gosta de crianças menores, quando brinca com crianças menores ele acaba machucado as crianças, pois tem umas brincadeiras q machuca as menores, não tem noção de perigo vive Machado, e fala pouco e difícil de compreender, será q ele é autista? Não tenho coragem de falar a respeito com minha irmã.

    • Lucineia. Os comportamentos que você relata, lembram o comportamento de um autista, mas não se pode afirmar nada, só com isso. É necessário que se procure um neurologista ou psiquiatra infantil para um diagnóstico. O que eu posso fazer é avaiá-la e observar para tentar descobrir se esses comportamentos são patológicos ou não. Fique a vontade em me ligar, quem sabe assim tiremos mais dúvidas.

  17. Sara

    Olá Dr por favor me ajude!!Tenho um filho de 2 anos e 5 meses ele praticamente não responde quando chamamos pelo nome..não obedece aos comandos simples..como pegar algo..Tbm gosta de rodar objetos como tampas de panela e tudo redondo que vê pela frente..levei na neuro e ela passou a fono e terapia ocupacional…Ela nem olhou na minha cara direito..agente vai pra uma consulta dessa esperando um acalento pelo menos que ela fosse mais humana ..Ele nem tocou se quer no meu filho..Gostaria de saber do senhor se esses comportamentos são normais e podem passar com um tempo..ou o senhor acha que tem muitas características do autismo? Vou começar a fono e a terapia ocupacional so mês que vem pq o plano n autorizou ainda..desde já agradeço muito ..

  18. karina cristina de mello moura

    Boa Noite!
    Meu nome é Karina e sou educadora, tenho um aluno com dois anos completos com atraso na fala, ele não pronuncia nenhuma palavra, só fica emitindo sons estranhos e gritos estridentes, porém o que mais chama a atenção é a agressividade extrema, ele bate o tempo todo em todos com muita força e raiva, ele chega a morder a própria lingua quando esta batendo, é uma agressividade preocupante, quando ele agarra em uma criança para bater é muito dificil de separar, chega a rasgar a roupa, ele tem muita força e machuca a todos, ja tirou pedaço da pele de uma criança com as unhas, mordeu outro com tanta força que a criança levou ponto, ele tenta enforcar as crianças, arranca tufos dos cabelos. Ele fica o dia todo na escola e luta contra o sono, não chega perto de pessoas que não conhece, tem cisma com todos, fica desconfiado com todos ao redor, não brinca, passa o tempo todo indo de um em outro pra machucar, comigo ele vem no colo, me abraça e beija, mas isso consegui depois de muito tempo e insistência, os pais não se importam e demonstram total desinteresse por ele, mal respondem aos bilhetes e nunca aparecem nas convocações, leio muitas coisas para tentar ajuda-lo, mas esta difícil sinto uma necessidade enorme em ajuda-lo , mas não sei como, gostaria de receber informações e opiniões sobre casos parecidos, ou alguma luz .
    Grata

  19. Sandra campos

    Olá!!! Tenho ligo muito sobre asperger e autismo… e não sei se meu filho se encaixa… ele teve citomegalovirus na gestação e teve como sequela surdez bilateral, mas ele ouve tudo pq fez o implante coclear….o citomegalovirus causou um atraso motor, mas que tbm já foi superado…. hoje, ele está com 3 anos e 8 meses.. e super carinhoso, interage com crianças na escola e crianças da família, interage com adultos, mas só quando quer. Se ele não quiser, não adianta insistir…. às vezes gira bolinhas e fica enfileirando objetos e assuste repetidamente o mesmo filme se deixar… mas gosta muito de sair de casa e de nadar e jogar bola… como ele ainda está aprendendo a falar, não sei avaliar a questão da linguagem, pois ele ainda está atrasado porque fez o implante coclear somente com 1 ano…. e tbm faz muita birra quando contrariado, mas quando o corrijo, ele entende e para com a birra…..será que ele pode ser diagnosticado com asperger ou autismo?!

  20. Evanilda Terras

    Olá, tenho uma bebê de 2 anos e 7 meses, fala muito pouco ou na língua dela, quando bebê normal, o que me intrigou quando a pediatra perguntara se ela estava falando mamãe ou algo, comecei a pesquisar na internet o que encontrava autismo, no mês seguinte relatei as minhas e dúvidas a pediatra, ela não tem problema motor se for caso é leve e encaminhou para o neuropediatra, avaliou a médica e o que ela tem a personalidade forte, não bastando passei em outro neuro onde passou uma tomografia, e o exame normal, e pediu que tem crianças que demoram a falar, espera um pouco depois marca com um psicólogo.
    É muito difícil, angustiante que rumo tomar eu sei que a minha filha precisa de ajuda e eu tambeme.Elaé uma criança que gosta de
    DVDs interage com as musicas, gosta de brincar e que todos em sua volta interagindo com as musiquinhas também é medrosa, que que eu fique o tempo todo ao seu lado, me puxa quando que algo, no carro quando o pai sai chora ,não gosta se contrariada fica nervosa e quando bebê era tranquila, como tive uma gestação e em seguida ela, diferença de 2 anos e 8 meses, trabalhava e ela ficava com a vó, onde ficava a maior parte do tempo vendo TV.

  21. Eliane

    Meu filho completou 7 anos e no começo deste ano teve uma crise de choro na escola, a orientadora entrou em contato comigo para termos uma conversa, ela e a prof. falaram que ele estava tendo dificuldades em sala de aula, na interação com os colegas e que não prestava atenção, ficando no seu mundinho e pediram para que levasse ele para uma avaliação psicológica. Na segunda consulta o psicólogo me falou que suspeita de autismo de grau leve, pelo fato dele evitar o contato nos olhos, de falar somente dos assuntos do seu interesse, e encaminhou ele para uma avaliação com neuropediatra ou psiquiatra infantil, marquei a consulta com a neuro e meu filho continua fazendo acompanhamento com o psicólogo, ele também foi atendido pela psicopedagoga da escola que informou que não pode fazer a avaliação dele porque ele não respondeu ou fez o que ela pediu, agora é aguardar a consulta com a neuropediatra pra ver se teremos algum diagnóstico e se ele tem mesmo algum problema. Nessa idade o diagnóstico é feito de que forma?

    • Elaine, perdoe-me pela demora em responde-la, mas o volume de trabalho está grande. Nesta idade o diagnóstico é feito da mesma forma, a partir da observação dos sinais que ele nos transmite no dia a dia. Com 7 anos, digamos que seria um diagnóstico tardio, normalmente os sintomas se manifestam antes e acredito que vocês teriam notado. É preciso investigar bastante para chegar a um diagnóstico preciso. É comum ver em consultório crianças com diagnóstico de autismo, que não são autistas, foram mau diagnosticadas, ou mau “compreendidas”, não dominamos o comportamento humano e temos que pensar que esse comportamento passa por fases por diversos fatores, internos e externos. Por isso a importância de procurar “especialistas” em autismo para se diagnosticar autismo. Em consultório, quando tenho dúvida quanto ao diagnóstico, tento fazer um esforço coletivo com uma equipe de outros profissionais para buscarmos um possível diagnóstico e sempre encaminho a um neuro especializado em transtorno do espectro autista, não desmerecendo os outros, mas é necessário muito cuidado antes de dar esse diagnóstico, pois pode nos fazer ter condutas de tratamento que podem não condizer com o real “problema” pelo qual a criança pode estar passando!
      Fique a vontade em entrar em contato comigo por telefone ou voip do whatsapp, estou a disposição para auxiliar no que estiver ao meu alcance. (41)99182-1966
      Abraço! Fique bem!
      Rafael

  22. Evelyn Barbosa

    Boa noite.
    Meu filho tem 1 ano e 1 mês e desde que nasceu teve uma evolução rápida na parte motora. Engatinhou com 5 meses e andou com 9. Ele é esperto, brinca bastante com os brinquedos ou até mesmo comigo. Mas tem 2 semanas que o que eu achava que não era nada demais começou a me incomodar. Meu filho desde bebê não fixa o olhar e ele não atende quando chamamos. Se estiver vendo televisão ele esquece do mundo. Será que isso é normal ou já é um sinal para procurar um profissional?

    • Evelyn, mil desculpas pela demora em responder você!
      Olha se formos pensar na maioria das crianças dessa idade, poderia dizer que é um momento pelo qual ele está passando e que provavelmente é passageiro, mas penso que nunca seja demais procurar uma ajuda profissional, uma opinião de alguém que seja especialista. Isso é bom, principalmente para aquietar o seu coração, para que você possa curtir esse bebê tranquila!
      Abração!!!
      Rafael

  23. Fabiana Corradi

    Olá rafael, e=Eu sou mãe de uma criança de 2 e 3 meses, ela atualmente vai a escolinha em tempo integral pego ela as 5 e logo vou para faculdade restando pouco tempo com ela, mais ela recebe bastante atenção do pai. Na última reunião a professora do berçário me alertou sobre seus comportamentos um tanto diferentes, mencionando muita dificuldade em se socializar apesar de estar matriculada a quase 1 ano. Depois da reunião reuni o máximo de atenção que pude para vigiar minha filha, percebo que atualmente ela confundo a figura paterna com alguns estranhos na rua que cuja aparência nem de longe se assemelha , confunde fotos de outras pessoas com a mãe, e vai no colo de estranhos porém grita estéricamente em contado com os avós, ela é uma criança muito agitada em lugares públicos a ponto de ficar de jogando no chão e remexendo muito no colo. Na escolinha prefere a companhia das professoras ao dos colegas, e percebemos que tem mais emoção pelos animais do que pelas pessoas. Queria saber se devo me preocupar ou se é apenas uma fase da criança?

    • Olá Fabiana! Eu sempre sou otimista quanto a esse tipo de comportamento, até porque não é uma “mistura” que chame atenção para um diagnóstico de autismo! Caso esses “sintomas” se acentuem, seria interessante procurar um especialista. A princípio parece mais um tipo de “manha” do que um sintoma realmente. Ela pode estar querendo chamar atenção, então é bom repensar na atenção que é dada a ela e de que forma essa atenção é dada, pois parece mais um problema de “comportamento” do que um problema patológico!
      Já que partiu do berçário o primeiro alerta, se quiser, pode colocá-los em contato comigo (remerterapias@gmail.com) quem sabe trocando mais informações possa contribuir mais com informações que lhe sejam mais uteis.
      Um Abraço Fabiana
      Rafael

  24. Rosângela Pereira da silva

    Olá gostei muito da explicação nas tenho uma dúvida enome,minha filha Sophia tem 2 anos e 11meses ela estranha todo mundo,chora desesperadamente principalmente com meus irmãos ,não gosta de lugares barulhentos e fechados será q ela autista?

    • Rosângela, entendo sua preocupação, mas são muito poucas informações sobre a Sophia para eu lhe responder essa pergunta!
      Vamos fazer assim: vamos conversar mais sobre ela, aí podemos descobrir algumas coisas juntos. Me ligue (41)99182-1966 estou a disposição para ajudar você e te orientar dentro das minhas limitações também, ok! Espero sua ligação!
      Abraço
      Rafael

  25. Flavia Leal

    Tenho uma filha de 4 anos , ela foi diagnosticada com sindrome asperg e toma a medicaçao rispiridon 0,03 mg pela manhã e a noite . Mas em alguns pontos ela teve melhora em interagir , em fazer atividades escolar, mas ela demostra relação obsessiva pela avó paterna , nós pais não sabemos como lidar com isso ela não aceita em vir embora conosco sempre foi assim. Ela entra em desespero fica nervosa gruda na avó e fala que não quer vir conosco, o que eu faço carinho e paciência temos . A avó diz que se tirar ela forçada fica pior . Então eu eo meu marido estamos com pé e mão atados .

    • Oi Flávia! Essa é uma situação bem pontual mesmo. Aconselharia vocês a procurarem um psicólogo especializado para trabalhar com ela esse comportamento, para entender porque isso acontece, não para condicioná-la a não fazer mais, por isso um especialista. Tenho certeza que o psicólogo conseguirá ajudar vocês, o processo psicoterapêutico não é rápido, mas é eficaz, então o quanto antes procurar ajuda melhor! Não sei de que lugar do Brasil você é, mas entre em contato comigo e me diz de onde são, quem sabe eu possa encontrar um especialista perto de vocês que possa ajudá-los.
      Abraço
      Rafael

  26. Valéria Fornicola

    Caro Rafael Leitoles, cheguei até o seu texto porque ando preocupada com minha filha mais nova e queria uma orientação sua ou indicação de algum profissional especializado em crianças com quem eu possa conversar por telefone ou online, pois moro fora do Brasil e não domino bem o idioma local o que torna a busca por informações mais complicada aqui. A minha busca começou pela questão do atraso na fala/linguagem e várias materias mencionando autismo apareceram, quando pesquisei sobre autismo comecei a ficar de fato preocupada, pq vi que algumas características da minha filha estao no espectro autista. Bem, ela vai completar 3 anos em dezembro deste ano e faz umas coisas que acho um tanto estranhas para a idade dela. Ela as vezes lambe parede, móveis, mastiga roupa, elástico de cabelo. Ainda coloca muitas coisas estranhas na boca (tampinhas, elásticos, pedrinhas), hoje comeu isopor de uma decoração de festa que eu tinha guardada em casa e mostrei a ela pq ela gosta da Branca de Neve e os sete anões. Desde pequena quase não chora, ou chora só um pouquinho e logo esquece, quando cai ou se machuca.
    Parece uma criança com hiperatividade, mexe em tudo, não para, não se aquieta para comer, só consegue sentar para comer se estiver entretida com a TV; desmonta/destrói brinquedos/objetos, rasga papel, muda de uma atividade para outra em alguns minutos, as vezes, segundos. Quando está no sofá assistindo TV fica balançando o corpo, isso desde um ano e meio mais ou menos, na época pesquisei na internet e pelo que li de outras maes achei que nao era nada e que ia passar, mas ainda ela faz isso qdo senta para assistir TV, só faz quando assiste TV. Me morde, me belisca, ou pelo menos tenta, quase todos os dias, acho que de brincadeira, mas muitas vezes machuca. Também tem mania de bater ou mexer com a irmã quando estão juntas, mesmo que a regra aqui em casa foi nunca bater. Nunca consegui ler uma estorinha pra ela, enquanto que para minha filha mais velha hoje com 8 anos eu lia desde os 2 aninhos, já a mais nova não tem a menor paciencia para escutar. Está viciada em TV já faz algum tempo, é bem difícil convencê-la a sair para dar uma volta lá fora ou mudar de atividade, mas normalmente, nem sempre, quando o pai chega do trabalho ela aceita ir com ele. Me incomoda que ela gosta de contar a mesma estória vááárias vezes, quando é algo que a impressionou ou que tenha gostado muito, como uma passagem de desenho, por exemplo. Recentemente assistindo ao desenho “George, o curioso” que ela gosta bastante, se assustou com uma cena e depois contou a mesma passagem para mim e para a irmã umas 20 vezes seguidas. Ela ainda não usa o pronome EU quando quer falar de si mesma, mas se chama de Ánha, quando seu nome é na verdade Natália. Na parte motora parece tudo ok, mas ainda prefere comer com as maos, embora já saiba usar a colher e o garfo, corre bem, anda de bicicletinha de duas rodas sem pedal (nao sei se conhece, mas aqui é bem comum), sobe no trepa-trepa sem problemas. Por outro lado, no parquinho ela sempre se interessou por outras crianças, interage com elas, chama pra brincar de pega-pega, esconde-esconde. Sempre interagiu muito comigo e com o pai, só com a irmã mais velha de oito anos que nao pq as duas brigam muito, que nao, gosta qdo a tia ou o tio vão em casa, gosta de novidades, de presentes, de variar roupas. Tem dia que fala pelos cotovelos, mas sempre com seu jargão, comendo e invertendo muitas silabas, nem eu mesma a entendo muitas vezes. Não é uma criança que gosta de ficar isolada, ao menos nao parece, sempre foi bem sociável na minha opinião, principalmente quando a comparo com o jeito da mais velha. É muito sorridente, brincalhona… tudo isso me deixa bastante confusa…Gosta muito de cantar, desde que completou 2 anos mais ou menos, mas sempre na sua própria língua. Faz uns 6 meses que percebi que ela canta principalmente sobre si mesma, suas experiências em casa, no parquinho, passeios), conversas / discussões de adultos.Conversei com o meu marido, mas ele acha que estou inventando doença pra ela, mesmo assim estamos tentando marcar com uma psicologa especialista em autismo aqui onde moramos, para ter alguma avaliação, mas só daqui um mês se pagarmos e pelo plano só para março de 2018. Dá para dizer que essas atitudes são normais de uma criança de 2 anos e 10 meses? Gostaria de ouvir sua opinião, estou aflita. Obrigada desde já!

    • Olá Valéria!
      Se você está disposta a conversar por telefone ou on-line seria interessante conversarmos logo, por aqui as coisas podem ficar um pouco vagas! Por favor, me ligue ou faça uma chamada de vídeo pelo whatsapp (+55 41 991821966) caso não possua o aplicativo me escreva pelo e-mail remerterapias@gmail.com e encontraremos uma forma de nos comunicarmos!
      Por curiosidade, em que país você está morando?
      Grande abraço, aguardo seu contato!
      Rafael

      • Valéria Fornicola

        Olá Rafael, muitíssimo obrigada por responder. Não tenho como fazer chamada de vídeo pelo whatsapp, entao vou te contatar por e-mail a princípio e depois posso te ligar pelo skype, só preciso saber de você quando podemos conversar. Moro na Eslováquia, conhece?
        Um abraço, Valéria

  27. Maria das Graças Maciel Pimenta Marques

    Boa tarde Rafael,

    Peço sua ajuda meu filho tem 9 anos e de alguns meses para cá ele vem tendo um comportamento estranho como: se estamos na sala ele fecha a porta do quarto por que está escuro, não gosta do escuro só dorme com abajur ligado, tampa os ouvidos quando o celular toca. Bom um tempo atrás ele estava dormindo e acordou com o despertador do celular tocando pois coloco para o meu esposo acordar e ele se assustou de tal forma que não posso mais colocar o celular para despertar e agora quando vai chegando a hora de dormir ele diz que está ouvindo o toque do despertador do celular tocando no seu ouvido ai ele começa a ficar nervoso e nisso dá dor de barriga, ele vomita, fica passando mal, chora e diz que não vá conseguir dormir por que o barulho está dentro do ouvido dele. Antes ele dizia que era nos dois ouvidos mas agora ele fala que está só em um ele fica muito nervoso. Isso pode ser psicológico? Por que ele está passando por um processo pois minha mãe morava no mesmo quintal que a gente e ela foi embora morar com uma pessoa e meu filho era muito agarrado com ela pois ela cuidou dele desde pequeno por que eu trabalhava fora e também e estamos passando por problemas financeiros e as vezes ele quer sair e não tenho como sair e muitas outras coisas como ir ao cinema, comprar um brinquedo e etc … que antes faziamos e que agora não estamos fazendo pela dificuldade financeira que estamos passando. Não sei mais o que fazer peço sua orientação. Isso pode ser autismo ou psicológico? Tenho que levá-lo em um psicóloga ou otorrino? Quero ressaltar que ele fica assim só de noite por que durante o dia ele fica muito bem e quando começa anoitecer e dá a hora de dormir fica nesse estado peço favor me ajude pois não sei mais o que fazer. Obrigada pela atenção.

    Att,
    Graça Pimenta Marques.

    • Olá Graça!
      A hipótese de autismo não é provável, principalmente pela idade dele, os sintomas não apareceriam tão tarde.
      Pode ser psicológico sim, mas seria interessante levar a um otorrino também, mas a hipótese de ser psicológico é a mais provável.
      Me liga pelo whats para conversarmos melhor, aí você me conta maiores detalhes e quem sabe eu possa lhe ajudar mais.
      (41)99182-1966

  28. ANA PAULA GARCIA

    Boa tarde Rafael, espero que consiga me responder , do fundo do coração.
    Sou Ana Paula, moro no interior de São Paulo, sou mãe tenho dois filhos, Beatriz 12 anos e Arthur 1a10 meses.
    Arthur o caçula está indo a creche, pois trabalho o dia todo, começou a ir com 1a e 6m , no primeiro mês era tranquilo calmo, na creche , diferente de casa.
    Ele sempre foi um bb muito esperto , acompanha os movimentos , repete , pega as coisas no ar, sempre muito agitado, sorridente, uma graça .
    Antes de andar ele no colo adorava pular, ficar mexendo as perninhas, como se estivesse treinando para pular kkkk, eu morria de dor nos braços e costa, mas faz parte né mãe kkk.
    Ele começou a andar com 9 meses, alias a correr com 10 meses.
    Arthur é super sapeca, travesso msm, não para um segundo , nem dormindo tem sono muito agitado, chora bastante a noite, ao se mexer na cama, principalmente quando tem um dia mais agitado que o normal.
    Adora brincar de bola ( futebol), andar de carrinho, correr atrás dos nossos cachorrinhos e virar do avesso com a irmã.
    Na creche ele se soltou esta mesma coisa de casa , super eletrico e agitado.
    Ontem fui chamada a escola para uma conversa onde as professoras falaram que ele está além do limite de agitado, que não é normal e isso deixa ele ansioso, angustiado, não gosta que outras crianças sentem perto dele no lanche, tipo se ficar apertado no meio das crianças ele reclama de mais, não fala duas palavras juntas, quando fala algo é bem enrolado, não tem demonstra medo de nada em nenhuma circunstancia , não olha nos olhos entre outras coisas.
    Fiquei imensamente incomodada pois dentre tantas coisas que disseram , faltou apenas dizer com todas as letras que meu filho é autista, e que ele vem tendo uma piora de uns dois meses para cá.
    Pensei muito em brigar no momento com elas, mas sei que por outro lado se realmente elas tiverem alguma razão no que dizem, pois ele é agitado msm, não para pra nada, não gosta de apertões, beijos, colo incomoda pois quer descer logo e para ir brincar, não fala frases ou duas palavras juntas, mas diz papai, mamãe, vovo, vovó, agua, entre outras palavras comuns, diz de forma a chamar msm, pai mãe, pedir agua fica feliz ao nos ver, faz festa quando vovô e vovó chegam, pede colo.
    Estou extremamente preocupada e aflita, marquei consulta com neuro pediatra mas tem somente para final de Agosto 2018.
    O que pensar será que meu filho que é extremamente esperto ativo , assim como a irmã também fora na idade dele. Será que tem problemas? ou somente professoras que querem ter uma vida boa com crianças apáticas que não de trabalho, pois até sugeriram de eu dar remédios naturais fitoterapia para ele acalmar e para um pouco.

    • Olá Ana Paula!
      Como pode ver nos comentários anteriores, muitas mães se preocupam demais com a questão do autismo, não tiro a razão de nenhuma delas, nem a sua. Mas acabo acompanhando a maioria dos casos por e-mail ou whatsapp, posso lhe dizer que raros foram os casos que foram diagnosticados com Transtorno do Espectro Autista (TEA), então esse é um comentário que quer dizer, CALMA! Ele se adapta a escola, poderia não se adaptar, não querer ficar, não querer interagir, ele só é como se diz aqui em Curitiba um “piá arteiro”, ou seja, uma criança agitada, quem sabe até, seja assim, por estar acima da média! Recebo muitos casos assim aqui no consultório, crianças de altas habilidades.
      Mas acho importantíssimo a avaliação do Neuro! Ele é quem vai dizer se existe algo errado ou não, ele é o especialista, muitas vezes as escolas não sabem lidar com isso e acabam rotulando as crianças, não estou dizendo que esse é o caso, mas, profissionais de educação não são habilitados a fazerem um diagnóstico.
      Eu também não sou a pessoa mais indicada a fazer um diagnóstico, ainda mais pela distância né, eu não conheço seu tesouro para poder falar muita coisa somente com o que você me trás aqui. Mas me prontifico a conversar com você, quem sabe assim possamos trocar mais informações e buscar ajuda. Se quiser pode me enviar mensagem ou me ligar pelo whats (41)99182-1966 ou por e-mail remerterapias@gmail.com
      Pelo seu relato, acredito que você tem pouco com o que se preocupar, então curta seu filho aí e vamos conversando.
      Um grande abraço!
      Rafael

  29. HUMBERTO MENEZES MAGALHAES

    Dr. Rafael, meu nome é Humberto e meu filho vai completar 1 ano e 10 meses agora dia 12 de julho. Estou preocupado pois ele só fala poucas palavras tipo mama, papa e au para pedir agua, não gosta de brincar com outras crianças mas ate fica ao redor delas mas brincando sozinho, anda normal mas corre nas pontas dos pés, gosta de ficar abrindo e fechando as gavetas para olhas de perto o sistema das ferragens das gavetas se movimentando, tem feito movimentos circulares em torno dele mesmo com os olhos atravessados, adora pegar um objeto de metal na gaveta da cozinha para bater no chão porque adora zuada e rir quando faz zuada. Mas ele adora colo e dorme com facilidade no colo das tias da casa de brincar, olha nos olhos, sorri se fizermos brincadeira, adora ir para rua para qualquer lugar externo. Estou preocupado pelo atraso na fala, pelos movimentos circulares em torno dele mesmo, por abrir e fechar as gavetas e portas repetitivamente. Sera que meu filho é autista? Durante seu desenvolvimento não ficamos estimulando dando comando ou chamando pelo nome e isso pode tambem dificultar ele atender quando o chamo pelo nome, assim as vezes ele atende e outras não. Desde ja agradeço muito sua atenção doutor, seu trabalho é muito importante para todos nós! Um grande abraço, Humberto.

    • Olá Humberto!
      Atraso na fala é muito comum, ainda mais com falta de estimulo como você disse, alguns comportamentos, claro, lembram autismo, mas qualquer criança pode ter esses comportamentos, isso é muito normal!
      Mas gostaria de conversar com você reservadamente para lhe tirar maiores dúvidas e você me apresentar melhor seu pequeno! Quando puder me dá uma ligada, pode ser pelo whats (41) 99182-1966 aí podemos conversar com mais calma e entendermos os comportamentos do seu tesouro!
      Abraço
      Rafael

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